Irmãos

Encontro entre fortes correntezas,
Entre as mais bela águas,
Um irmão de sangue oposto,
Critiquei-me em ama-lo,
Tão belo, tão moço,
Minha doce alma irmã,
Não amante, não oposto,
Irmão em doces causas,
Minha alma em horas certas,
Me toca sinto sua luz,
Más ao toca-lo não me vê no estar,
Sinto falta de quando me dizia,
Que não íamos nos separar nunca mais,
Acredito nas doces palavras,
Que quem mal me conhece disse sem pensar,
Más ainda sim entendo, em quem devo acreditar.

Marcela Souza

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