O Crepúsculo dos Bruxos

O Crepúsculo dos Bruxos

A leve Lua pode-se ouvir o crepúsculo dos bruxos, as tragédias de amores entre almas frágeis e magicas, lapidadas pela dor e erros cometidos em vidas distantes de lagrimas recentes de assuntos mal resolvidos, amores distantes do nascer de almas separadas por décadas de erros sofrimentos e dissimulações poderosas, bruxos envolvidos em tramas e desejos fortes, sombrios e indomáveis. Bruxos curiosos com o limite de sua dor, o limite de sua projeção e o limite de sua magia.
Uma Lua de lagrimas que insultam a racionalidade e vibram com sua composição. O crepúsculo dos bruxos é triste, não dura, nem renasce, nunca morre na roda sem fim de almas imortais formadas por pura sabedoria. A eterna roda, que nunca para. Almas que estão fadadas a serem eternamente o que são.
Não há escolha para aqueles que não podem fugir de seu destino, não há escolha para aqueles que são bruxos. Pode-se ouvir os sussurros entre eles, os sussurros de alegria e dor da saudade do que nunca poderão ser, ignorantes.
O crepúsculo dos bruxos não é só uma troca de fase, não é apenas a morte de uma parte obscura que renasce, é também a fase das escolhas eternas de suas mentes confusas, a fase dos seus eternos desejos volúveis indomavelmente selvagens e fantasiosos. O fim de uma fase dolorida, mas necessária para que uma nova se inicie mesmo que a velha nunca morra.

Bem-vindo ao Crepúsculo dos Bruxos.

Marcela Souza

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