Confusion.

Confusion.

Há tempos minhas palavras não se perdem,
mas as frases ainda permanecem soltas.
Minhas poesias se perdem
e se acham no tempo a cada segundo.
Meus pensamentos,
tão confusos como se deve,
prosseguem ordenados, e assim desordenados.
Tomo pra mim, que as minhas ações fazem isso de mim.
Meus amores, minhas decepções,
meus desejos secretos, minhas magias perdidas,
que hoje, apesar de encontradas,
permanecem escondidas.
Meus cuidados, meus descuidados, meus deuses.
Minhas cores vivas em pensamentos mortos.
Minhas poesias aqui encontradas novamente,
tão distantes do meu tempo de pensamento,
do meu tempo de amor, e assim do tempo presente,
e que assim, se torne eterno tudo que me causa confusão.

Marcela Souza

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