Deline

Ela imaginava, a cada vez que se lembrava do tal sonho, como seria sentir o que Deline sentiu… Como seria se importar com alguem a ponto de sofrer pela ideia de perde-lo, más a cada vez que ela continuava a fantasiar, sabia que nunca ia se repitir, no que chamam de vida real… Más após alguns anos ela se acostumou e aprendeu que ainda há de haver muitos sonhos a serem sonhados, muitos desejos a serem negados, e muitos sorrisos a serem sentidos. Apesar de entender isso, ela ainda clama para que os outros entendem, e ainda se pergunta, como eles sentem os sonhos? Eles sentem? Como eu sinto? Com a mesma doce e interessante intensidade?. Espero que sim, pois ela descobriu que não há maior alegria do que sonhar e nunca realizar.

Marcela S.

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