Doces recordações

Doce sangue da fonte nascente,
do rio mais claro e vivo de vosso ser,
de suas mãos rosadas e quentes,
que cortadas se mostram a Lua,
e a teu ser penso ao ver,
um coração sangrento,
corado pela cor do pecado desatento,
e sigo teus olhares ao doce indecente,
uma taça com seu de suas lagrimas ferventes,
que é derrubada diante minhas orações,
enquanto sinto tua alma,
a salvo de teu ódio e adoração,
para dar-lhe especialmente,
a quem queira-te de coração.

Marcela S.

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