Vulto negro

Na luz da primavera os pássaros voavam,
Sentada ao pé da arvore nada ela vê,
No vento úmido seus cabelos voavam,
Seus pensamentos já longe,
Vinham e voltavam,
E quando menos esperava,
Tudo enfim aconteceu,
Um som forte que logo a estremeceu,
Vinha do lado norte da arvore em que repousava,
Era um senhor que por ali caçava,
Sua visão já turva, via apenas um vulto negro,
E em poucos segundo,
Não havia mais nenhum desejo.

Marcela S. 

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